JANELAS PARA O MUNDO › 23/05 Brasil: Cavalhadas de Pirenópolis (Eraldo Peres)

A conspiração Angelina Jolie e o Melga Mike

Angelina Jolie fez uma du­pla mas­tec­to­mia e está a ser acu­sada de con­luio com a Myriad Genetics para aju­dar a sal­var um ne­gó­cio mul­ti­mi­li­o­ná­rio.
A acu­sa­ção par­tiu de um texto es­crito por um dos mai­o­res lu­ná­ti­cos que esta mar­ti­ri­zada Internet já co­nhe­ceu: Mike Adams, guru da de­sin­for­ma­ção que acha que o can­cro se cura so­zi­nho e cri­a­dor de uma fossa de char­la­ta­nice cha­mada NaturalNews.

Ver o post »

6 fotos, 6 mulheres

São seis fo­tos ines­que­cí­veis que têm em co­mum o facto de te­rem sido ti­ra­das por mu­lhe­res ou, quando não foi o caso, te­rem uma mu­lher como prin­ci­pal pro­ta­go­nista.
Da mu­lher que en­fren­tou as ba­las para fo­to­gra­far uma guerra à que en­fren­tou a fú­ria de um com­pa­nheiro ciu­mento, as fo­tos do­cu­men­tam mo­men­tos bi­zar­ros, trá­gi­cos, in­qui­e­tan­tes, de vá­rias épo­cas e mun­dos, ima­gens di­fí­ceis de di­ge­rir, se ca­lhar, mas to­das marcantes.

Ver o post »

Chem­trails: a conspiração que paira sobre nós

Obélix era um bravo gau­lês com um único re­ceio: que o Céu lhe caísse so­bre a ca­beça. Os «bra­vos» do sé­culo XXI olham para os aviões e re­ceiam que os ras­tos de con­den­sa­ção for­ma­dos pelo va­por de água se­jam, na re­a­li­dade, subs­tân­cias quí­mi­cas fei­tas para en­ve­ne­nar a po­pu­la­ção e torná-la de­pen­dente de [in­se­rir or­ga­ni­za­ção ma­qui­a­vé­lica neste es­paço].
Haverá fumo sem fogo? A res­posta é óbvia.

Ver o post »

Norbert Stein e o jazz patafísico

Norbert Stein é o her­deiro de Alfred Jarry no jazz.
Com o sa­xo­fo­nista e com­po­si­tor ale­mão a Patafísica do au­tor de «Ubu Roi» transforma-se numa Patamúsica de alto ga­ba­rito. O seu pro­jeto tem mais um, e bri­lhante, epi­só­dio: o disco «Pata on the Cadillac». Nele per­du­ram os va­po­res de ab­sinto do tempo do dra­ma­turgo e po­eta em que se ins­pira, bem como o mesmo gosto pelo absurdo…

Ver o post »

Sob o signo de Ballard

Volto aqui a pe­gar em J.G. Ballard e no fe­nó­meno hi­ki­ko­mori para vos fa­lar de dois no­vos lan­ça­men­tos: «Irregular Characters», de Marc Behrens, e «Mundo de Cristal, Máquina da Selva», de HHY & Beast Box.
Dois do­cu­men­tos bal­lar­di­a­nos que mos­tram como os nos­sos es­pa­ços têm min­guado e es­ta­mos cada vez mais a mo­rar den­tro das nos­sas ca­be­ças. Vivos, mas mortos…

Ver o post »

A noite em que julgámos ter descoberto ET’s

Quando o as­tró­nomo Jerry Ehman, vo­lun­tá­rio do SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence), no­tou a sequên­cia 6EQUJ5 nos da­dos re­co­lhi­dos pelo te­les­có­pio, fi­cou tão im­pres­si­o­nado que tra­çou uma li­nha ver­me­lha à volta dos nú­me­ros e, ao lado, es­cre­veu: «Uau!» (Wow!)
Ehman ti­nha boas ra­zões para tanta co­mo­ção: 6EQUJ5 po­dia sig­ni­fi­car que ex­tra­ter­res­tres es­ta­vam a enviar-nos uma mensagem.

Ver o post »
→ 23/05/2013 @0:01

O antes e depois do tornado de Oklahoma

O antes e depois do tornado de Oklahoma

O blo­gue fo­to­grá­fico da MSN reu­niu uma sé­rie de fo­to­gra­fias da de­vas­ta­ção cau­sada pela pas­sa­gem de um tor­nado no mu­ni­cí­pio de Moore, em Oklahoma. As ima­gens mos­tram o an­tes e o de­pois de um tor­nado com ven­tos acima dos 320 qui­ló­me­tros por hora e clas­si­fi­cado pe­los me­te­o­ro­lo­gis­tas como um EF5, o mais forte da es­cala. Morreram 24 pes­soas, in­cluindo nove crianças.

Como as fo­tos são um pouco pe­sa­das, di­vidi o post em duas pá­gi­nas para não afe­tar o car­re­ga­mento da pá­gina prin­ci­pal. Para os que acom­pa­nham o Bitaites via feed, aqui está o link di­reto.

Páginas: 1 2

→ 22/05/2013 @17:38

O rei e os peões

Ned Stark

Nas noi­tes de do­mingo para se­gunda te­nho uma pe­quena ro­tina noc­tí­vaga: mal acaba o epi­só­dio de Game of Thrones nos EUA, es­pero tran­qui­la­mente que os ma­far­ri­cos da dis­tri­bui­ção as­sis­tida o co­lo­quem nos an­tros de per­di­ção cul­tu­ral a que al­guns cha­mam si­tes de pirataria;

des­car­rego uma ver­são 1080p, a mais de­mo­níaca de todas;

passo a ima­gem do PC para o te­le­vi­sor, co­loco os aus­cul­ta­do­res, estendo-me no sofá cheio de de­leite, vejo o episódio;

re­gresso ao com­pu­ta­dor, corro o Subtitle Workshop, sin­cro­nizo, tra­duzo e en­vio o fi­cheiro .srt ao sí­tio Legendas Zone para a malta des­fru­tar, em Português de Portugal, da me­lhor sé­rie do gé­nero Fantástico que al­guma vez vi em te­le­vi­são. E de­pois vou dor­mir duas ho­ri­nhas, se a tra­du­ção cor­rer bem.

Tenho Meo e o ca­nal SyFy que trans­mite Game of Thrones em ex­clu­sivo para Portugal, mas a sé­rie chega com uma se­mana de atraso, salvo erro, e eu não te­nho pa­ci­ên­cia para esperar.

Viciei-me a este ponto. Sempre fui ma­lu­qui­nho por Ficção Científica e Fantástico, mas neste úl­timo gé­nero só gos­tara ver­da­dei­ra­mente dos li­vros do Tolkien, O Senhor dos Anéis: três ca­lha­ma­ços, três di­re­tas, três pequenos-almoços no café do se­nhor Agostinho, sem­pre sur­pre­en­dido por me ver acor­dar tão cedo em tempo de fé­rias quando, na ver­dade, o que eu an­dava era a de­vo­rar as noites.

Ainda li to­dos os li­vros da Ursula K. Le Guin que con­se­gui com­prar, por ela es­cre­ver mag­ni­fi­ca­mente e para me con­so­lar da or­fan­dade do Tolkien, mas fi­quei sem­pre frus­trado por nunca apa­nhar nada — em li­vros, fil­mes ou sé­ries de te­le­vi­são — à al­tura das mi­nhas expectativas.

Tudo isto ter­mi­nou mal me de­cidi a ver Game of Thrones. Sabia que a sé­rie se ba­se­ava nos li­vros de culto es­cri­tos por George R. R. Martin, era pro­du­zida pela HBO, a mesma de Six Feet Under, mas an­dava tão es­cal­dado com o gé­nero que só dois anos de­pois de es­trear em Portugal co­me­cei a ver.

Não quero re­ve­lar ab­so­lu­ta­mente nada so­bre a sé­rie por­que acre­dito que al­guns não a te­nham visto por pen­sa­rem que é ape­nas uma va­ri­a­ção mo­der­ni­zada de O Senhor dos Anéis. Não é. Não exis­tem el­fos, orcs ou hob­bits em Game of Thrones, nem um ser abs­trato ca­paz de cen­tra­li­zar todo o mal em seu re­dor; não exis­tem bons ou maus nem re­la­ções as­se­xu­a­das, mas pessoas.

Os ele­men­tos so­bre­na­tu­rais tí­pi­cos do Fantástico encontram-se pre­sen­tes na his­tó­ria, como é ób­vio, mas ao con­trá­rio de ou­tros li­vros do gé­nero que li, não es­tão lá como um mero sub­ter­fú­gio para fa­zer avan­çar a trama.

O mundo de Game of Thrones é me­di­e­val como nas his­tó­rias de ca­va­lei­ros que Cervantes ca­ri­ca­tu­rou em Dom Quixote, mas as lu­tas pelo po­der e as in­tri­gas são tão mo­der­nas como as da sé­rie Os Sopranos. O ca­va­leiro ho­nesto, hon­rado e he­roico desta his­tó­ria é, neste mundo, um ho­mem in­gé­nuo e bem-intencionado que acaba por mor­rer às mãos de quem do­mina re­al­mente este jogo – para grande sur­presa e cho­que dos fãs da série.

Existem as lu­tas e as gran­des ba­ta­lhas tí­pi­cas da época, mas é nas lu­tas e ba­ta­lhas in­te­ri­o­res dos per­so­na­gens que a his­tó­ria se foca. Ocupar o trono de ferro é o preço fi­nal deste jogo de po­der e am­bi­ção e as­tú­cia, mas cedo des­co­bri­mos que, tal como no xa­drez, reis e peões só con­se­guem avan­çar uma casa de cada vez e encontram-se, mui­tas ve­zes, fra­gi­li­za­dos – são as ou­tras pe­ças que po­dem fa­zer mais es­tra­gos e de­ci­dir o re­sul­tado. Adoro!

→ 21/05/2013 @11:28

Nick Cave e a falta de patareca


A can­ção acima é so­bre a falta de pa­ta­reca, mal que cos­tuma afe­tar sol­tei­ros e ca­sa­dos por mo­ti­vos tão di­ver­sos quanto es­tra­nhos, dado que a dita cuja anda por aí aos mi­lhões e sem­pre com apo­quen­ta­dora proximidade…

Tão des­di­toso tema te­ria um dia de ser tra­tado mu­si­cal­mente em jeito de in­ter­ven­ção, e não ad­mira que tal acon­te­cesse com o for­mato dos blues. Nada como os ve­lhi­nhos blues para exor­ci­zar os gran­des pro­ble­mas da so­ci­e­dade, para não di­zer da humanidade.

«No Pussy Blues», se chama este blues de pro­testo e rei­vin­di­ca­ção. É o que de mais po­lí­tico se ou­viu na mú­sica com gui­tar­ras es­tes úl­ti­mos anos. Afinal, as ques­tões de pa­ta­reca são mais im­por­tan­tes do que as da eco­no­mia e da governação.

Mesmo para os in­gle­ses, tal­vez aque­les que mais se fin­gem su­pe­ri­o­res a esta pa­to­lo­gia so­cial de di­men­são pla­ne­tá­ria – para to­dos os efei­tos, as ima­gens e o som acima fo­ram gra­va­dos no pro­grama «Later» de Jools Holland, trans­mi­tido pela BBC 2.

Mas de cer­te­zi­nha por­que alu­dir a as­sun­tos in­con­ve­ni­en­tes tem con­sequên­cias – a cen­sura, meus ca­ros, a cen­sura –, esta su­blime peça de mú­sica nunca mais será in­ter­pre­tada. A banda que a tal se atre­veu, Grinderman, já não existe.

O seu men­tor, Nick Cave, deu a in­ves­tida por ter­mi­nada – a des­pe­dida foi o mês pas­sado, Abril, no ca­li­for­ni­ano Coachella Valley Music and Arts Festival. E tratou-se já de um co­me­back, por­que o po­eta, ro­man­cista, au­tor de can­ções, vo­ca­lista, gui­tar­rista e te­clista aus­tra­li­ano «de­ci­diu» em 2011 re­a­gru­par os Bad Seeds, a for­ma­ção que lhe dá mais acesso às no­tas de banco e… es­pera ele, mas é uma ilu­são… às pa­ta­re­cas deste mundo.

Má des­culpa, sabendo-se pre­ci­sa­mente que os Grinderman fo­ram for­ma­dos para fu­gir a uns Bad Seeds cada vez me­nos blu­esy e mais ba­la­dei­ros. Toda a gente já sabe que a ba­lada re­pre­senta a con­for­ma­ção mas­cu­lina à ideia de que há algo de di­vi­na­mente inal­can­çá­vel no Eterno Sexo – a ori­gem do mundo, se­gundo o pin­tor Gustave Courbet.

Nick Cave não apren­deu a li­ção com P.J. Harvey e Kylie Minogue. Pensava ter ga­nho umas pa­ta­re­cas, mas as pa­ta­re­cas é que lhe ga­nha­ram a ele…

→ 19/05/2013 @22:08

Uma Foto e uma Música [116]

Foto: Lusa, au­tor des­co­nhe­cido | Música: The Jellyfish Kiss
→ 19/05/2013 @18:28

Está bem abelha

A pu­bli­ci­dade no blo­gue serve es­sen­ci­al­mente para pa­gar as des­pe­sas com o Bitaites – 600 eu­ros por ano, se que­rem sa­ber, pa­gam o que de me­lhor se apro­xima de um ser­vi­dor de­di­cado sem ter re­al­mente um ser­vi­dor dedicado.

Mas sou tão pi­cui­nhas com a pu­bli­ci­dade que aqui co­loco como sou com o pró­prio blo­gue, pelo que quando sur­giu a pos­si­bi­li­dade de co­lo­car este qua­dra­di­nho aqui ao lado (não na pá­gina prin­ci­pal, mas na pá­gina in­di­vi­dual dos ar­ti­gos) pro­mo­vendo um ser­viço de alo­ja­mento on­line por­tu­guês, o Abelhas.pt, de­cidi experimentá-lo a ver se fa­zia sen­tido tê-lo aqui.

Abelhas.pt

Uma coisa posso desde já di­zer: pa­ra­béns a quem criou a ima­gem deste ser­viço. Conseguiram fa­zer com que uma abe­lha pa­reça tão sim­pá­tica e ino­fen­siva como uma ce­go­nha e, tal como esta, com ca­pa­ci­dade para car­re­gar «be­bés» de um lado para o outro.

Neste caso, os «be­bés» são aquilo que qui­ser­mos: pro­gra­mas, do­cu­men­tos, pas­tas, mú­si­cas, fo­tos, por aí fora, com a res­pon­sa­bi­li­dade le­gal do que de­ci­dir­mos co­lo­car (e par­ti­lhar na col­meia) a ser in­tei­ra­mente as­su­mida por nós.

O pro­cesso de ins­cri­ção no site é sim­ples: es­cre­ver o email, nome de uti­li­za­dor e palavra-chave de acesso, e se­guir em frente. O pró­ximo passo é acei­tar os ter­mos do ser­viço – e as­sim fiz.

Mas aten­ção a este passo por­que, em baixo, pedem-me que se­le­ci­one a op­ção de «dar o meu con­sen­ti­mento para que os meus da­dos pes­so­ais se­jam pro­ces­sa­dos pela base de da­dos se­gura de en­de­re­ços da Internet com a fi­na­li­dade de en­ca­mi­nhar ma­te­ri­ais in­for­ma­ti­vos ou co­mer­ci­ais.»

Está bem abe­lha – nem pen­sar! A op­ção não é obri­ga­tó­ria para usu­fruir do ser­viço, por­tanto aconselho-vos a desmarcá-la e se­guir em frente, a não ser que gos­tem muito de re­ce­ber «anún­cios ami­gá­veis por cor­reio ele­tró­nico». A mi­nha pasta de spam está cheia des­ses ami­gui­nhos.

Feito isto, só pre­ci­sa­mos de con­fir­mar a nossa ade­são atra­vés do link en­vi­ado para o email com que nos inscrevemos.

Tal como o Dropbox, o Abelhas é um ser­viço de ar­ma­ze­na­mento de fi­chei­ros on­line – a di­fe­rença cru­cial é o es­paço ili­mi­tado de ar­ma­ze­na­mento ofe­re­cido e a pos­si­bi­li­dade de fa­zer par­ti­lhas sem restrições.

Os fi­chei­ros que lá co­lo­car­mos po­dem es­tar aces­sí­veis a to­dos os ou­tros – uti­li­za­do­res da col­meia ou não; se qui­ser­mos pre­ser­var a pri­va­ci­dade, po­dem ser ace­di­dos por um nú­mero res­trito de pes­soas à nossa es­co­lha — neste caso, só te­mos de de­fi­nir uma se­gunda palavra-chave de acesso para esse grupo res­trito. Não há qual­quer res­tri­ção para o tipo de fi­chei­ros que po­de­mos colocar.

É pos­sí­vel blo­quear ou des­blo­quear ma­te­rial adulto, blo­quear uti­li­za­do­res, fa­zer pes­qui­sas na col­meia e des­car­re­gar um pro­grama – a Box, que tam­bém fun­ci­ona como um pe­queno player de mú­sica – para fa­zer­mos o upload a par­tir do am­bi­ente de tra­ba­lho: basta ar­ras­tar os fi­chei­ros ou as pas­tas para a ja­nela prin­ci­pal. Se não que­re­mos par­ti­lhar um de­ter­mi­nado upload, en­vi­a­mos para a pasta Privado — tudo muito sim­ples de usar e fá­cil de en­ten­der, e em português.

O es­paço de ar­ma­ze­na­mento é ili­mi­tado para as con­tas gra­tui­tas, mas só po­de­mos des­car­re­gar 10GB por se­mana. O ser­viço pre­tende dis­po­ni­bi­li­zar em breve duas no­vas con­tas pa­gas, Conta de PrataConta de Ouro, atra­vés das quais já será pos­sí­vel au­men­tar este li­mite. Um sis­tema de pon­tu­a­ção – re­ce­be­mos pon­tos sem­pre que ou­tros des­car­re­gam os nos­sos fi­chei­ros, por exem­plo – fun­ci­ona como cré­dito que va­mos acu­mu­lando e po­de­mos tro­car pelo acesso às fun­ções pre­mium.

Quanto a mim, as van­ta­gens da conta gra­tuita servem-me per­fei­ta­mente. Gosto de o usar e, para já, prefiro-o ao Dropbox — por isso, mantém-se o qua­dra­di­nho pu­bli­ci­tá­rio. Se qui­se­rem ex­pe­ri­men­tar, digam-me o que acha­ram e se para vo­cês va­leu a pena.

→ 19/05/2013 @16:04

Queen meets Sonic the Hedgehog


Informação adi­ci­o­nal: o se­nhor que canta, toca gui­tarra, faz esta co­ver e re­a­liza o ví­deo é Bear McCreary, o au­tor da banda so­nora de «The Walking Dead» — no­ta­ram um zom­bie ali no meio? Para quem jo­gou tan­tas ho­ras o Sonic na ve­lhi­nha con­sola de 16bit, isto é divertido…

Página 1 de 6891234510Última »