Arquivos mensais: Setembro 2006

→ 29/09/2006 @12:45

Backup das fotos do Flickr

Flickr Backup é um programa Open Source – compilado para Windows e Mac, mas com uma versão independente de qualquer plataforma – que descarrega fotos anteriormente enviadas para o Flickr de forma a criar cópias de segurança. A página do projecto Flickr Backup está aqui. Também existem fóruns de discussão. O programa pode ser descarregado no site SourceForge.

→ 29/09/2006 @1:54

Cegueira PopUp

Ou de como a publicidade é cega, surda e faladora…

→ 28/09/2006 @22:42

Casamentos higiénicos

Esta menina nas fotos chama-se Stephanie Stutzenberger e é a feliz vencedora da edição 2006 do Concurso do Melhor Vestido de Noiva Feito em Papel Higiénico. Sim, é verdade – este concurso existe de facto e Stephanie, além dos seus 15 minutos de duvidosa fama, também ganhou 500 dólares americanos de prémio. Pergunto-me apenas que mentes perversas serão estas para se lembrarem de avaliar vestidos de noiva feitos com o mesmo material com que limpamos o…

→ 28/09/2006 @16:59

Ai, socorro, uma barata!

Dizer a previsão do estado do tempo em televisão não é uma tarefa fácil, sobretudo se uma barata entrar no estúdio sem ser convidada e o apresentador se revelar, digamos, só um bocadinho… histérico. Download

→ 28/09/2006 @13:22

Dummy post

Este texto é completamente vazio de conteúdo – à semelhança do pseudo-código que recebeu a designação ‘dummy’ por ser apenas uma notação (nem é compilada) associada a linguagens de programação. Este texto é apenas um texto de demonstração – umas notas. Mas imaginem que este é um post cheio de análises e opiniões que o autor considera interessantes e que o estão a ler e acabaram agora de chegar ao fim do primeiro parágrafo. Pronto. Chegaram aqui.
Segundo parágrafo. Agora os bloggers estão em apuros porque 70 por cento das pessoas já desviaram os olhos do vosso precioso texto e dirigem-se apressadamente para a caixa de comentários com o objectivo de comentar o que não acabaram de ler.
Como o que tu escreves é minimamente interessante, e os teus posts têm princípio, meio e fim, tens o legítimo direito de pensar que os conteúdos só podem ser justamente avaliados se forem lidos na sua totalidade. É uma constatação óbvia – mas talvez não seja suficiente.
O melhor que tens a fazer é usar umas ‘tags’ no meio do texto de forma a recordar o comentador compulsivo de que o post ainda não acabou. Por exemplo, a cada dois parágrafos podes colocar um aviso como este

O TEXTO AINDA NÃO ACABOU. ESPERA!
e continuares tranquilamente a tua linha de raciocínio. Agora sabes que aumentaste as probabilidades de continuares a ser lido, dado que criaste sinais de trânsito entre os parágrafos. Considera, por isso, o aviso O texto ainda não acabou! Espera! como o equivalente blogosférico de uma aula de condução. Neste caso, um sinal poderá significar qualquer coisa como É proibido ultrapassar o blogger pela direita.
Claro que – à medida que os parágrafos se forem acumulando – é aconselhável colocares de vez em quando mais sinais alertando o leitor que o texto ainda vai a meio. Para isso podes criar um novo sinal (não convém repetir a mesma mensagem) que diga qualquer coisa como Já comentas. É só mais um bocadinho, porra! seguindo-se, dois parágrafos depois, uma frase do tipo Está quase!
Porque – pelo menos para algumas pessoas – o acto de ler é mais confuso do que tentar chegar ao destino numa cidade em hora de ponta: os parágrafos – ou, se preferirem, as estradas – estão completamente congestionados com palavras. E essas palavras formam filas de trânsito às quais podemos chamar frases. Os sinais de pontuação – vírgulas, reticências, pontos – podem simbolizar o pára-arranca que por vezes se tem de suportar. Dependendo da disposição do autor, os pontos de exclamação podem significar a presença de um polícia sinaleiro disposto a multar os prevaricadores.

ESTÁ QUASE!
Os pontos de exclamação podem ser usados pelo blogger quando, por exemplo, um visitante se dispõe a comentar sem ler um artigo. É uma situação normal, como se sabe, mas nos casos mais problemáticos o comentador compulsivo não o faz por ansiedade mas por desejar, acima de tudo, largar um link para o seu próprio território.
Esqueçam por agora a analogia do trânsito caótico e encarem a caixa de comentários como um parque de estacionamento onde existe sempre um arrumador de automóveis disposto a estacionar os vossos posts e respectivos blogues no melhor lugar da blogosfera – e tudo em troca de um simples link. Nesta categoria entram também os spammers, embora estes sejam muito mal-educados e prefiram mijar links directamente nas jantes dos pneus (os vossos, que eu sou o supra-sumo da elegância).
Conclusão: nesta difícil tarefa de escrever e ser lido, todos os truques e dicas são necessários. E nunca se esqueçam: ao chegar ao fim de um texto, ou seja, à derradeira palavra do último parágrafo…

JÁ PODEM COMENTAR!

→ 28/09/2006 @11:28

Paranoid Android

Foi Paranoid Android que me fez conhecer Radiohead. No meu local de trabalho ouvia-se a saudosa XFM e o tema passava todos os dias, às vezes mais do que uma vez. Era uma paixão assolapada também de muitos dos que trabalhavam naquela rádio. Para mim foi uma revelação – não é todos os dias que a música de uma banda me consegue fazer arrepiar até à raiz dos cabelos, bater o pé com vontade de dançar e ficar em silêncio deslumbrado – e tudo na mesma canção.
Segundo contam os membros da banda, Paranoid Android começou por ser realmente três canções separadas. «Não sabíamos o que fazer com elas» – recordou o baixista Colin Greenwood numa entrevista – «Até que pensámos em Happiness is a Warm Gun, dos Beatles – três peças obviamente separadas que John Lennon juntou – e perguntámos: Porque não tentar fazer o mesmo?» [Fonte: Wikipédia]
O vídeo foi um pesadelo criativo para Magnus Carlsson, o criador sueco de uma série de animação do Channel 4 – Robin – que todos os membros dos Radiohead adoravam ver. Um dia recebeu um telefonema de Thom Yorke convidando-o a conceber e realizar um videoclip em que o personagem Robin entrasse.
Carlsson fechou-se oito horas no escritório a ouvir a música. Uma ponte é visível da janela do escritório – e foi a partir dessa ponte que a aventura de Robin em terras de Radiohead começou a ser construída na cabeça do ilustrador. O videoclip teve partes censuradas pela MTV – mas esta é a versão completa. O visionamento é obrigatório. (Formato: AVI [Xvid])

→ 27/09/2006 @14:19

Primus

Os Primus – criação do baixista e vocalista Les Claypool – podem ser bizarros, mas o que se nota é talento e originalidade. O reconhecimento crítico e a adesão do público a este rock humorado e cheio de ritmo têm sido razoáveis. Sobressai aquele que é um dos melhores baixistas do mundo: Les Claypool. Tommy the Cat [com Tom Waits] | My Name is Mud

Dizer NÃO à taxa