Arquivos mensais: Abril 2007

→ 30/04/2007 @21:52

Hilary Swank

O sexo não é a resposta. O sexo é a pergunta. E tu respondes: sim.

→ 30/04/2007 @15:34

I’m a Mac. I’m a PC. I’m Linux.

É sobejamente conhecida a campanha publicitária da Apple: dois homens apresentam-se com o clássico Hello, I’m a Mac, And I’m a PC. O que representa o PC (e o Windows) veste fato e gravata, o outro tem um estilo mais desportivo, mais «cool» e representa, claro, o Mac.
Está por estabelecer o efeito que esta campanha teve sobre as vendas de computadores Apple, mas já provocou algumas respostas. O realizador Laurie McGuiness criou quatro clips onde parodia o anúncio da Apple, colocando o PC na mó de cima e ridicularizando o Mac.
Mas a resposta à campanha da Apple não se ficou pelos PC. Durante muito tempo se questionou qual seria o papel do Linux se fosse inserido nesse tipo de anúncios. A própria Novell se encarregou de clarificar a questão, ao criar uma série de clips onde os anúncios originais são ridicularizados e o Linux se apresenta como uma geek sexy. Vídeos aqui.

Muito engraçada também é esta crónica publicada no Guardian: I Hate Macs

→ 30/04/2007 @13:35

As artes e os crimes de Ron English

→ 30/04/2007 @2:25

Acreditem ou não, são bolos

Mais bolos (completamente comestíveis) nesta galeria aqui

→ 30/04/2007 @1:08

Fernando Santos muda de profissão

Fernando Santos vai deixar de ser treinador e engenheiro para se tornar coreógrafo e bailarino, anunciou hoje em conferência de imprensa após o jogo com o Sporting.
«Será que na realidade conseguirei fazer um trabalho que fuja por completo ao meu controlo e que atinja aqueles índices de qualidade que conheço em outras obras?», questionou-se o técnico do Benfica perante uma plateia silenciosa e incrédula de jornalistas de A Bola, Record e O Jogo.
«No fundo é uma peça sobre a bola – não o jornal, que eu não favoreço ninguém – mas na realidade sobre aquele objecto redondo que dança no campo de um sítio para outro, um objecto que não pode ser manipulado porque senão o árbitro marca falta e como não pode ser manipulado não se sente a mão do autor e é por isso que eu sou assim porque na realidade o que é esta vida senão um longo e sucessivo encolher de ombros?»
«E é isso que eu vou fazer, junto os bailarinos todos no palco, arranjo uns batuques e um gajo para cantar o Ser Benfiquista e ponho-os todos a encolher os ombros umas vezes ao mesmo tempo e outras vezes em simultâneo porque na realidade é assim que as coisas se passam dentro e fora do palco, o mundo está dividido em dois tipos de pessoas os que fazem carga de ombro e os que encolhem os ombros, os que metem vírgulas nas frases e os que não metem, os que não mijam fora do penico e os que mijam com tranquilidade seja em que lugar for. No fundo o que eu pretendo fazer é criar uma série de acontecimentos inesperados e inevitáveis para o espectador como, por exemplo, meter o Manu no lugar do Nuno Gomes e não no lugar do Manu na esperança de que o Manu suba às cavalitas do Micoli e marque um golo de cabeça.»
«A vida está cheia de frases feitas é o Deixem jogar o Mantorras é o Deixem sentar o Nuno Gomes no banco é o Deixem-me ser eu a apertar a gravata do engenheiro sff mas na realidade é preciso fugir tanto a lugares-comuns como a lugares reservados aos sócios.»
«Na realidade» – prosseguiu o futuro ex-treinador – «esta criação evoca um gesto revelador, aquele que nos interpela enquanto treinadores, digamos que são gestos que se encontram na periferia do adquirido, na margem do conhecimento e daquilo que queremos ver, fundamentalmente refiro-me na realidade aos manguitos que os sócios do Benfica me fazem e que eu decidi transformar num projecto edificante.»
Sem interromper o seu discurso, Fernando Santos revelou ter começado a imaginar o seu projecto assim que o Benfica empatou com o FCP porque, «na realidade, o futebol é ilusão, ilusão de vitória e grandiosidade, e decidi também abordar essas questões dos mal entendidos, porque se te chamam palhaço de merda não vales um corno vai mas é treinar o Estrela da Amadora ó engenheiro da treta pois na realidade isto são diferentes formas de percepcionar o mundo e permitem-me ter as condições necessárias para descobrir o extraordinário no ordinário do dia-a-dia».
O primeiro projecto de Fernando Santos, intitulado «Para onde vai a Luz quando se apaga?», estreia-se já na próxima sexta-feira no Grande Auditório da Culturgest, em Lisboa.

→ 29/04/2007 @22:47

Não é propriamente um bom exemplo de guerra fria

→ 29/04/2007 @16:23

Negócios, negócios, managers à parte

Como funciona o negócio da música? Howard Kaylan e Mark Volman, famosos por terem integrado os Mothers of Invention de Frank Zappa sob a designação The Phlorescent Leech and Eddie, contam-nos, em cinco minutos, como é ser enganado e vigarizado por managers. Vídeo

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