Esta declaração junta-se à s crÃticas feitas segunda-feira pelo presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, ao considerar que o acordo ACTA não equilibrava a proteção dos direitos de autor e a liberdade dos cibernautas.
Talvez no futuro os hacktivistas do Anonymous queiram largar a máscara de Guy Fawkesmade in Hollywood e adotar o rosto de Manolis Glezos. Fará muito mais sentido.
Glezos tem 89 anos e esteve ontem na primeira linha dos protestos contra a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional, e o que milhares de gregos vêm como um ataque à soberania económica do paÃs.
Ao todo, Glezos passou 11 anos e quatro meses da sua vida preso, e mais 4 anos e seis meses no exÃlio. Foi torturado pelos nazis e pelas forças fascistas de Mussolini.
E ontem, 12 de Fevereiro de 2011, ali estava ele: o maior sÃmbolo vivo da resistência grega.
Pedra contra as forças anti-motim (Foto: Aris Messinis/AFP/Getty Images)
Pedras contra os manifestantes (Foto: Orestis Panagiotou/EPA)
Um manifestante confronta a polÃcia de choque diante do Parlamento, em Atenas (Foto: Thanassis Stavrakis/AP)
Disparos de uma pistola de sinalização (Foto: Angelos Tzortzinis/ AFP/Getty Images)
Um deputado do Partido Comunista, Giorgos Mavrikos, lança uma cópia do acordo de austeridade negociado com a 'troika' na direção do Ministro das Finanças (Foto: Pantelis Saitas/EPA)
Um polÃcia anti-motim pontapeia um manifestante (Foto: Michalis Karagiannis/Phasma/Reuters)
As imagens fornecidas à Reuters pelos orgulhosos serviços noticiosos da babada Coreia do Norte não me deixam mentir: Kim Jong Un – o filho do Querido LÃder recentemente falecido – continuou a gloriosa tradição iniciada pelo quase-insubstituÃvel pai de se deixar fotografar a olhar para as coisas.
John Lennon e Che Guevara: um encontro patrocinado pelo Photoshop
É o caso desta «fotografia histórica»: uma pequena jam session entre John Lennon e Che Guevara. A foto chega a ser atribuÃda a Alberto Korda, o fotógrafo cubano falecido em 2001 e autor de «Guerrilheiro Heróico», a mais iconográfica fotografia de Che. Esta.
Pormenores deste encontro repetem-se em dezenas de blogues – Lennon refugiou-se num estúdio de gravação em Chicago, Che entrou no estúdio, cantou para um silencioso Beatle umas canções sobre «os oprimidos e as causas justas» e, tão depressa como entrou, voltou a sair. A história prossegue, revelando que o encontrou marcou para sempre a produção artÃstica de Lennon, atribuindo a composição de «Revolution #9» à influência do guerrilheiro.