→ 09/12/2008 @16:21

A impressionante Sony Alpha A900

A nova Alpha A900

Faz já no próximo mês de Janeiro quatro anos desde a aquisição da divisão de imagem da Konica Minolta por parte do gigante japonês Sony, o maior fabricante do mundo de sensores de imagem para máquinas digitais. Muitos analistas previram, e bem, que com esta aquisição, e o facto de produzirem os seus próprios sensores, a Sony iria atacar o mercado de marcas históricas como a Canon, Nikon e Pentax.

Apesar de estas deterem uma fatia importantíssima no mercado das máquinas digitais profissionais, a Sony era tudo menos uma marca desconhecida nesta área, sendo mesmo uma dos mais importantes graças à sua extensa gama de máquinas compactas Cyber-Shot.

No ano da aquisição da Konica Minolta, a Sony lançou no mercado o seu primeiro modelo do tipo DSLR (Digital Single-Lens Reflex), a Alpha A100. Este modelo, nitidamente influenciado pela Konica Minolta Dynax 5D, era equipado com um impressionante sensor CCD do tipo APS-C com um total de 10,2 milhões de pixéis efectivos, capaz de captar imagens com uma resolução de 3872×2592 pixéis. Utilizava, como ponto de destaque, um rápido sistema de focagem automática e um sistema de estabilização de imagem integrado no corpo da máquina, algo nada habitual em máquinas DSLR de gama de entrada.

De seguida, em 2007, a Sony apresentou o primeiro modelo capaz de fazer tremer os gigantes da fotografia: Alpha A700. Este modelo, indicado para amadores avançados, dispunha de um excelente sensor do tipo CMOS (mais uma vez fabricado pela própria marca) de 12,24 milhões de pixéis, capaz de captar imagens com uma resolução de 4288×2856 pixéis. A existência de um novo processador de imagem BIONZ garantia um suporte total para imagens captadas em formato RAW, sistemas automáticos de redução de ruído e sensibilidade ISO até 3200. Para finalizar a impressionante lista de funcionalidades deste modelo, encontrava-se um robusto corpo em liga de magnésio e uma saída HDMI, para poder ver imediatamente os trabalhos num ecrã de alta definição.

Já em 2008, foram lançados três novos modelos: Alpha A200, que veio substituir o A100, e A300 e A350. Estes apresentavam-se como uma verdadeira alternativa às campeãs de vendas Canon EOS 400D e Nikon D40x (na altura, actualmente EOS 450D e Nikon D60) por utilizarem sensores CCD tanto de 10,2 como de 14,2 milhões de pixéis, e um revolucionário sistema de visualização da imagem no ecrã LCD, habitualmente designado por Live View, mas renomeado pela Sony como sendo o sistema Sony Live View. Este era (e ainda o é, actualmente) o mais eficiente sistema existente no mercado, capaz de reproduzir a mesma imagem captada no sensor no ecrã LCD, oferecendo as mesmas possibilidades que uma máquina compacta do tipo “point-and-shoot” é capaz de oferecer.

Na altura em que estes modelos foram apresentados, levantaram-se inúmeros rumores sobre a possibilidade de a Sony atacar o mercado profissional com o primeiro modelo Full-Frame da marca. Após ter sido referida, apresentada à porta fechada em inúmeras ocasiões a alguns profissionais e especialistas do ramo, finalmente tivemos a oportunidade de testar a mais recente e impressionante máquina do gigante da electrónica, a nova Sony Alpha A900. [Feed? O post tem duas páginas, sigam por aqui]

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