Um dos mais extraordinários documentos que encontrei na Web sobre o verdadeiro valor do Windows é Why I Hate Microsoft, do holandês Frank van Wensveen. Não se deixem enganar pelo tÃtulo: o «Why» é muito mais importante de que o «Hate».
Trata-se de um artigo extenso e excepcionalmente bem documentado, escrito num inglês correcto mas bastante simples e acessÃvel, cobrindo toda a história da Microsoft desde os tempos em que Bill Gates e Paul Allen adaptaram a linguagem BASIC ao computador Altair 8800 e terminando no lançamento do Windows Vista e em algumas considerações sobre o futuro da Microsoft. Embora não siga uma ordem cronológica rÃgida e o artigo original tenha sido escrito pouco antes do lançamento do Windows XP, van Wensveen foi actualizando o texto de forma a conter referências crÃticas ao Windows Vista.
Sendo um geek assumido, Frank van Wensveen experimentou praticamente todos os trabalhos possÃveis na área dos computadores e Internet: administrador de sistemas, programador, escritor de artigos técnicos, webdesigner, professor, por aà fora. A lista é enorme e pode ser consultada na sua página de perfil.
O que impressiona na escrita de van Wensveen é a enorme clareza com que expõe as fraquezas estruturais do Windows e, sobretudo, a forma como enuncia as razões pelas quais a Microsoft optou por não fazer evoluir o sistema operativo na direcção certa.
Se este assunto vos interessa, o melhor é fazerem como eu: imprimam o texto todo e sentem-se a lê-lo confortavelmente. Acreditem que vale a pena. Link































3 comentários
o windows é uma faca de 2 gumes, se por um lado funciona com vários programas, por outro, ao ser tão flexÃvel, reflecte as suas falhas……………….mas basicamente sempre teve mais pontos maus do que bons……………..é claro que esta conversa dava pano para mangas………………mas não vale a pena…..
Quando tiveres tempo, lê o texto todo. Não é só a questão de dizer mal do Windows, é o que tu aprendes ao lê-lo. E tudo numa linguagem super-acessÃvel.
Eu já estou à várias horas a ler o texto e ainda só vou a meio. Apesar disso, estou tentado a remover o Samba só porque implementa protocolos da (ou adaptados, com ou sem autorização, pela) Microsoft.