
Viviam numa comunidade religiosa, respeitável, mas fechada, dos Estados Unidos. Entre 1988 e 1995, numa quinta situada em Bates City, no Missouri, violaram crianças da sua própria famÃlia: netos, filhos, sobrinhos e sobrinhas.
Um pai e os seus quatro filhos, os violadores pedófilos, compareceram pela primeira vez em tribunal esta quinta-feira. Três são pastores na igreja da Comunidade de Cristo mas estão suspensos, disse a porta-voz da igreja, Linda L. Booth.
Os suspeitos: Burrell Edward Mohler Sr., 77 anos; os quatro filhos, David A. Mohler, 52 anos; Burrell Edward Mohler Jr. 51, este pai de seis filhos; Jared Leroy Mohler, 48 anos; Roland Neil Mohler, 47.
Algemados nos punhos, cintura e tornozelos, os cinco homens foram ouvir as acusações lidas pelo juiz John Frerking, do Condado de Lafayette: sodomia forçada, violação de uma criança menor de 12 anos e uso de uma criança para práticas sexuais, actos de bestialidade, forçar crianças a falsos casamentos e levar uma menor a abortar. Ficaram detidos com cauções que variam dos 30 mil aos 75 mil dólares. Uma nova audição em tribunal está marcada para 17 de Novembro. Entretanto, uma equipa de investigadores vasculha os terrenos da quinta com a suspeita de que tenham existido mais vÃtimas e que alguns corpos tenham sido lá enterrados.
Os polÃcias não procuram apenas desenterrar cadáveres, mas também memórias. Os abusadores diziam à s crianças para escrever os seus «maus pensamentos», guardar as notas em potes e enterrá-los, pois isso ajudaria a «esquecer».
O caso contra estes cinco começou quando uma mulher – agora com 26 anos – foi à polÃcia contar recordações de abusos sexuais cometidos pelo pai, tios e avô. As suas quatro irmãs e o irmão cooperam deste então com a polÃcia e outras acusações poderão seguir-se, indicou Bill Lowe, porta-voz da polÃcia do Missouri.
A mulher descreveu nove episódios de violência sexual que começaram quando tinha cinco anos e terminaram quando ficou grávida e teve de abortar aos 11. Ao mesmo tempo, eram elaboradas cerimónias de «casamento» durante as quais as raparigas deviam colher flores para enfeitar o cabelo e usar vestidos especiais.
Depois de uma destas cerimónias, a jovem mulher disse ter sido «casada» com um dos seus tios e conduzida a uma capoeira. O avô colocou então uma colcha na porta envidraçada e disse «Divirtam-se muito». Foi também obrigada a ter relações sexuais com um cão pastor-alemão e a assistir à violação do próprio irmão. Link
Nem toda a psicoterapia deste mundo ou do outro conseguirá apagar estas marcas.































21 comentários
Estes 3 termos, juntos, conduzem
geralmentealgumas vezes a cenas saÃdas de um espectáculo de maus costumesPelos vistos nos EUA a religião está-se a tornar num porto de abrigo para psicopatas da pior espécie…
é vergonhoso como o “homem” tem atitudes extremamente desumanas.
MEDO!
O tÃtulo não podia ser melhor!
Não é queres estar a meter veneno, mas se fosse eu, metia essas coisas na prisão de Guantanamo, ai sim, iam ver o que eram abusos sexuais.
…Foda-se!
Qual abolição da pena de morte qual quê! Estes animais justificam-na cada vez mais! Serem presos, e consequentemente, um fardo financeiro para com o estado, ou melhor, os contribuintes? Nada disso! Abatidos, como cães!
Nojentos. No mÃnimo!
A muito que leio este blog nunca tinha comentado nada, mas este não me conseguiu escapar. Faz-me confusão como estas pessoas pensam, errr, será que pensam? mas como funciona aquela coisa que têm dentro da cabeça trabalha. Ok, pena de morte para que? assim não vão sofrer. Acho que muitos dos presos em todas as cadeias de todo o mundo gostam pouco de todo deste tipo de prisioneiros, aà sim acredito que eles sofram e que sejam envergonhados em frente a todos. Pena de morte é demasiado leve para qualquer um desses “filho da puta”…
Carlos, compreendo muito bem a revolta do Mestre Slip, mas concordo contigo a 100 por cento. Nada de pena de morte.
Mas será que existe ainda alguma dúvida que os únicos animais irracionais à face da Terra somos nós ? E não toda a restante fauna terrestre?
@Carlos
Para grande parte dos presos, a prisão não passa de uma maneira de estar na Vida. Aquilo chega a ser, uma “escola” de maus hábitos. Se fossem como as prisões japonesas, onde os detidos são obrigados a trabalhar, a produzir, a dar algo útil à sociedade, tudo bem. Agora, ir para um local, onde não fazem a ponta de um corno, e comem à minha custa, à tua custa, à nossa custa, pessoas que trabalham, e descontam do seu ordenado, uma parcela, que em vez de ser investida em progresso, é gasta em alimentar animais deste calibre.
Sim, reconheço que sou um pouco radical, é verdade, mas a pena de morte além de acabar com o mal pela raiz, serve de exemplo ilustrativo para quem pensar em fazer coisas destas.
As prisões precisam de mudar de esquema, caso contrário continuaram a produzir verdadeiros “produtos do sistema”, pessoas re-educadas pelo pior da sociedade. Não todos, mas grande parte.
Eu percebo-te e concordo que as prisões têm que mudar de esquema, e que por vezes deixa-mos de fazer certas coisas para “alimentar” este género de animais, porque para mim nem pessoas são. E não me venham cá com historias que são pessoas desequilibradas que sofrem disto ou daquilo. Agora, o que eu pergunto é, achas que é suficiente a pena de morte? Achas que não é “bom de mais” uma simples pena de morte para estas pessoas?
Há várias maneiras de matar. Acho que, para alguém que comete tais crimes, tais actos tão desfasados dos Direitos Humanos, perde o direito a eles. Tal como um contrato, se faltas nalguma cláusula, perde o efeito. Se cometes um crime violento, perdes o estatuto humano, logo, podes ser massacrado.
Sim, é radical. Mas bolas, é melhor ir assistindo a isto tudo, e com cada vez mais frequência? Não me parece. A vacina letal é fácil. Se houvesse uns trabalhos forçados a coisa tinha muito mais impacto.
É o politicamente correcto a atar-nos as mãos…
A meu ver, claro está.
Num romance, se não me engano do William Faulkner, eles puniam um violador amarrando-o a uma cerca e pondo o seu membro na boca de um bezerro que estava sem mamar à dias.
A velha sabedoria popular…
Uau. E como é que se chama o bezerro?
há !
Para seres como estes não há castigo nenhum no mundo que seja exemplar. Por muito que nos custe a aceitar existirão sempre estas “espécies”….
Monica Lewinsky ? lol
Então e as mulheres dessas aberrações? Nada sabiam, nada diziam?…
De tão religiosas deviam cobrir a cara em vergonha e agir como se nada se passasse… Cenas inqualificáveis feitas aos próprios filhos por outros familiares próximos!?!!
Acho absolutamente nojento!
Nada de pena de morte, concordo.. isso era muito bom para eles. Era furas-lhes tanto a pila, até ficar em picotado, e depois arrancarem-nas… a sangue frio, obviamente! E depois enviarem-lhe um taco de Baseball do ânus.. a essas pervertidos ordinários, de mer*a.
Tenho uma abominação e uma asco a esse tipo de gente!!!