«A Fajã da Ribeira, a terra da Ribeira Brava que ficou isolada quando a enxurrada destruiu a única ponte de ligação à vila, mal foi colocada a passagem pedonal móvel pelo Exército, muitos “fugiram para a Venezuela e Lisboa”.
Quem o diz é Teresa Rodrigues, uma mulher que vive neste local logo depois de chegar de táxi, carregando alguns sacos de compras que terá que carregar lombo acima depois de cruzar a ponte.
“Ficámos mesmo isolados, na maior tristeza”, diz a chorar, recordando a aflição de quem ficou sem água, luz, nem pode fugir para outro local, nem mesmo quando aconteceu as cheias de há 40 anos.»































5 comentários
Serviço publico de qualidade e referência, pago com o meu carcanhol!
Como pode um jornalista dar à luz um monstro deste?
Como é possÃvel esta osga ter um diploma da quarta classe?
Quem contratou esta personagem deveria ser excomungado!
http://cafecatarse.blogspot.com
Gostaria de juntar a esta reportagem que revela invulgar inteligência do jornalista, uma outra que passou no jornal da RTP2 às 22:00 no dia 23 de Fevereiro.
Foi mais ou menos isto:
“Estamos aqui junto do capitão João da Marinha, responsável por retirar a água do parque de estacionamento do centro comercial, e vai ser agora a primeira vez que uma câmara vai entrar no parque após retirada das águas ”
….
“Senhor capitão João, esta foi uma operação demorada, foi retirada muita água do parque que estava submerso?”
Capitão – “Foram retirados muitos litros, muitos litros mesmo”
Jornalista – “Faz ideia de quantos?”
Capitão – “Não sei mas foram muitos litros mesmo, o parque tem quase 100 metros de comprimento e 20 de largura, e tinha água até ao tecto portanto é impossÃvel saber quantos litros foram retirados, mas foram muitos litros mesmo”
Os nomes e patentes foram alterados, não para proteção do asno em causa, é mesmo porque não me lembro!
“(…) terá que carregar lombo acima (…)”
Só falta mesmo dizer que o marido vai com uma chibata, atrás dela, a marcar-lhe o passo.
a senhora deve ser a do Saramago…denota-se uma tendência para a prosa caótica
Ai jesus…