
Talvez o projecto Super-heróis não tivesse existido sem o 11 de Setembro. Novos heróis nasceram a partir desse dia – os passageiros que impediram que um dos aviões caÃsse sobre a Casa Branca, os sobreviventes do World Trade Center, os polÃcias e bombeiros que perderam a vida tentando salvar outras pessoas.
A fotógrafa mexicana Dulce Pizón pegou nesse conceito de heroÃsmo com o qual a América procurou sarar as feridas e aplicou-o aos emigrantes mexicanos que a troco de salários irrisórios arriscam a vida ou fazem o trabalho que mais ninguém quer.
Bernabe Mendez, o Homem-Aranha, limpa janelas em arranha-céus de Nova Iorque para enviar à famÃlia 500 dólares mensais, cerca de 325 Euros. Luis Hernandez, A Coisa do Quarteto Fantástico, trabalha numa empresa de demolições nova-iorquina e consegue juntar todos os meses 200 dólares, 129 euros. Super-heróis revela um total de 16 casos. Site oficial de Dulce Pizón































Um comentário
nahhh os super-euróis são gajos que fazem 0 pela sociedade mas ganham os milhões à custa dos pobres como nós… casos de ronaldos e afins…