Conclui que dividir esta brincadeira em vários posts provocava ruÃdo desnecessário na página principal do blogue, pelo que apaguei os outros e criei apenas este. A cada página corresponde uma cena (à excepção desta, claro) para que a meia-dúzia de interessados possa acompanhar melhor as actualizações. Aos que foram simpáticos e comentaram nos outros posts, as minhas desculpas por os vossos comentários terem desaparecido. Registei as vossas observações como faço sempre, mesmo que nada tenha para dizer e portanto não responda. Prometo completar o post o mais depressa possÃvel.
Recapitulando: este já tem barbas, e são barbas brancas. Começou por ser um dos melhores capÃtulos de um grande livro de ficção cientÃfica, Crónicas Marcianas, de Ray Bradbury. Depois apropriei-me do essencial da história e transformei-a numa aventura de astronautas portugueses no Espaço (desculpe, senhor Bradbury).
Essa versão inicial foi publicada num post ainda na antiga morada do Bitaites. Os mais antigos visitantes irão reconhecer alguns dos diálogos absurdos que se seguem. Entretanto, por influência do Pedro Marques, que sempre me apoiou nestas demandas criativas mesmo sabendo de antemão que seriam inconsequentes, embarquei no desafio de a tornar numa peça de teatro – mero exercÃcio para melhorar a escrita, claro, porque esta brincadeira mal se sustenta no papel, quanto mais no palco. Mas adorei este faz-de-conta que é teatro: mesmo não tendo chegado a nenhum lado, deu-me imenso gozo cada minuto que gastei. O que aqui se começa a publicar é o resultado dessas noites febris e delirantes em que me propus transformar um post numa peça de teatro. Perdi o original que tinha no computador, pelo que terei que passar à pata a única versão que sobreviveu, a que imprimi. Se tiverem interesse em ler, terão de largar o leitor de feeds e vir cá pessoalmente porque isto teve de ser dividido em várias páginas. Ufa. Siga o post.































2 comentários
ó meu deus. brrr. será que a alface é carnÃvora?
minha é querida, o jantar está chegado!
Então Marco, como é que acaba?
Estou aqui quase aos pulinhos!!