
Cão Português na Casa Branca, de Alexandre Romão e André Gonçalves (O Pior de Tudo)
Ó deuses do Jornalismo, estejam vocês onde estiverem, nos jornais, rádios ou televisões, não permitam que se façam demasiadas alusões ao cão de água português do Obama – uma notÃcia de trinta segundos, um minuto, vá lá, uma peça curta atirada para o final do alinhamento só para terminar o Telejornal com uma nota de boa disposição; uma notÃcia de rodapé nas páginas de fait-divers da imprensa só para a malta sorrir no comboio. Não é preciso enviar o Mário, Mário, Mário Crespo aos Estados Unidos.
Caros deuses dos media lusitanos, não permitam que o cão de água português na Casa Branca vá parar à s secções do Internacional dos jornais, rádios e televisões. Não façam do pobre e inocente bobby um representante diplomático. Esperemos apenas que o cão tenha mais juÃzo a mijar do que o português a cuspir.
E tu, ó cão – se tiveres mesmo de arrear o calhau onde não deves, arreia-o no Pentágono. Se o senhor Bush for aà fazer uma visita de cortesia à Casa Branca não hesites, bobby, mija-lhe logo nas pernas. Não te preocupes: mesmo que levantes a pata ele só desconfia de alguma coisa se estiveres calçado.































3 comentários
“A nÃvel de temperamento [os cães-d'água] são o ideal.” diz a primeira-dama.
Se isto para mim é óbvio e evidente – tem tudo a ver com aquilo que os portugueses são (amabilidade e dinheiro é o que não nos falta) – a partir de hoje sempre que os Estados Unidos invadirem um paÃs já sabemos com quem Barack Obama se aconselhou,
Para isto ser perfeito só falta o ilustre cão ter tirado o curso na Independente…
É a chamada palhaçada global. O que é realmente importante não é noticiado ou é-o de forma leve e rápida. Navegamos num mar de informação, mas por vezes até os mais avisados têm dificuldade em arredar o lixo da frente, tamanho é o seu volume.
Abraço.
Na realidade temos é muitos dados e pouca informação.