
Quem? Marta quê?
Não reconheci – googlei um bocadinho e descobri que Marta Faial se tornou conhecida pela participação na telenovela Morangos com Açúcar.
Andou pelos Estados Unidos a estudar representação e regressou agora a Portugal com uma mente «mais aberta», como afirmou ao Correio da Manhã.
Farta de ser vista como uma menina, Marta, 24 anos, aceitou fazer a sessão para a Playboy para provar que «está um mulherão». E quer dar à vida uma volta de «360 graus».
No grande cÃrculo da vida Marta regressou assim ao mesmo ponto de onde partiu, ou seja, aos morangos com uma cobertura adicional de açúcar e na companhia de uma cronista que é a pipoca mais doce. Perfeito!
A miúda é gira, a foto está bem conseguida – as chamadas de capa parecem-me demasiadas: o tÃtulo principal pudicamente sobre o mamilo, uma odisseia na polÃtica colado à coxa e um Carlos do Carmo na anca parecem-me um exagero. Os tÃtulos não são tatuagens, ó pessoal da Playboy!
A produção nas páginas interiores traça os limites desta revista no que respeita à ousadia erótica até de «celebridades» laterais como esta:
a nudez da Playboy portuguesa é uma nudez de topless.
Somos um paÃs demasiado pudico e não acredito que alguma vez a revista tenha dinheiro para despir verdadeiras celebridades: por enquanto, vejo-a condenada a pescar nas margens e a viver apenas da força do tÃtulo.































12 comentários
Ena, tantos graus quer ela mudar.
Tirando todo o texto a tapar o que não deve, será provavelmente, a melhor capa da edição nacioal. Os Morangos com Açucar são uma fonte inesgotável de enormes talentos, a começar pelo angélico ou algo do género.
Não falta algo que diga que não foram maltratados animais para tirar essa foto?
Não tendo exactamente tudo a ver, mas lá vai.
Agora que os indicadores da violência doméstica vinham a cair, por meses consecutivos, devido às vitórias do Benfica.
Pronto, estragaram tudo!!!
O assunto é pertinente, falta um post sobre o tema.
Essa da volta de “360 graus” já nos tinha sido oferecida por um qualquer jogador de futebol mas continua a ter a sua graça. É o que dá usar expressões feitas sem pensar no seu significado.
E parece que a Playboy não paga tudo o que promete. Se a Cláudia Jaques só recbeu 5000€, então foi muito bem enganada.
@Blue Water 68:
A Playboy tinha de se adaptar à realidade portuguesa, nomeadamente no calote…
@Marco:
Já se começou a ver nu frontal a partir da edição passada, mas poucochinho, para não escandalizar os leitores.
A grande surpresa desta edição é a colaboração da Pipoca. Pelos vistos despediram o Nuno Markl para a colocarem lá…
Quanto à dita crónica, é um prolongamento do seu blog.
@Blue Water 68:
Tal como disse ao Marco, a revista já está um pouco desinibida, mas não tanto como devia…
@Maldonado, mas é isso que não se entende. Mas que raio de pudismo é este que impede que a revista seja igual a si mesma, ou melhor, à s edições que se vêem noutros paÃses? Nós organizamos um Salão Erótico que é publicitado e acompanhado na maioria dos media, não como uma Feira de Aberrações que chegou à cidade, mas como um evento que tem cada vez mais participantes e interesse do público. Então, porque insiste a Playboy em fazer produções, como diz o Marco, onde aparece uma nudez de topless? Para isso já existem outras a fazer o mesmo, e até melhor.
@Maldonado, acho que precisamos de um Larry Flynt por estas bandas
esta malta da morangada só quer é aparecer.
acho que havia escolhas melhores em Portugal mas pronto, não faço parte da equipa da playboy.
Parece que os senhores da Playboy portuguesa andam a portar-se mal pois não estão a pagar os valores assinados nos contractos. Não é uma nem duas, são muito mais que se queixam de não receberem o que estava acordado.
Sham on you Playboy!
Curiosamente quando há uns dias comentava com a minha esposa que, desde há um ou dois pares de anos, as “revistas das mamocas à mostra” estavam despidas de celebridades, chegámos a esta mesma conclusão, quando olhamos para as capas não conhecemos as raparigas. Quase invariavelmente, se nos dermos ao trabalho de pesquisar, são irmãs ou primas de alguma actriz em efémera semi-ascensão.
E é verdade, em Portugal a Playboy compete no mercado das FHM e Maxmen, etc.
Fazem-me lembrar os EUA na sua tradição de explorar as jovens raparigas que vêm da provÃncia para a grande cidade, usando a sua ânsia de sucesso mediático para as convencer a fazer coisas que normalmente não fariam. Se não, pensemos, porque raio a Luciana Abreu foi fazer um implante de silicone?!