
Abençoada vida de cão | Monges budistas escutam a palestra de Dalai Lama no templo Mahabodhi em Bodh Gaya, cerca de 130 quilómetros a sul de Patna, na Índia. Bodh Gaya – e esta é uma explicação ultra-simplista – é a cidade onde o Príncipe Siddhartha Gautama se sentiu iluminado após um intenso período de meditação, tornando-se o Buda. [Foto: AP/Rajesh Kumar Singh]

O repouso do guerreiro | Veterinários do Zoo de Nyiregyhaza, em Budapeste, recolhem uma amostra de sangue de Wandoo, um orangotango macho de 15 anos. Nada de grave se passa com Wandoo: este é um exame de rotina antes de ser transferido para um zoo de Hong Kong onde será apresentado a uma fémea «para efeitos de reprodução». [Foto: EPA/Attila Balazs]

Vida dura de soldado | Forças especiais sul-coreanas fotografadas durante um exercício de Inverno que consiste em deitar as costas nuas sobre a neve como se estivessem estendidos no areal das praias de Copacabana. Mais de 200 soldados participam nestes exercícios, que duram um mês. [Foto: AP/Ahn Young-joon]































8 comentários
Uma palavra para a última foto:
Dasse!
«Students in South Korea signed up for a marine style boot camp to toughen up during their annual winter break. The 104 students undergo the programme to develop their toughness and perseverance»
Fónix!
Siddhartha foi iluminado naquela cidade mas antes disso foi ali levado por muitos vícios
Ah, assim está muito melhor… lê-se melhor, a correlação semântica entre imagem texto é mais clara, mais real do que aquela verborreia chamada Georgia. Não ter aquela última linha «Marco Santos | Instantes | 3 comentários» tudo em itálico… muito estrábico e monocromático, ainda por cima se tivermos em conta que o nome do autor já está em negrito e, por isso, toda a linha não precisa desse tipo de destaque desnecessário…
Era boa ideia.
Uma palavra para a 1ª foto: até para se ser cão tem de ser sorte.
LN
Continuo a discordar completamente contigo em relação à Georgia, que é uma fonte linda; simplesmente não casa bem com este tema. Vê o site do Justin Tadlock e a forma como ele usa o espaço branco. Mas para aqui não serve, não posso metê-lo a martelo. Fico-me só por duas fontes completamente banais: arial e verdana. Talvez ainda experimente a Georgia só para os títulos.
Quanto à tua segunda observação, acho que tens toda a razão. Já tirei o itálico.
Ooops, eu queria dizer Justin Tadlock.
Não é por nada mas o cão não é o único que adormeceu a ouvir o Dalai Lama. O frade da esquerda também adormeceu apoiado nas costas do da frente.