
A celebração de um feriado religioso (o fim do período do Ramadão) levou milhares de indonésios muçulmanos a sair de Jacarta e rumar às suas terras de origem. O resultado deste êxodo é visível nesta foto: comboios sobrelotados e passageiros literalmente pendurados nas carruagens. [Foto: Irwin Fedriansyah]































8 comentários
@Marco,
Nada a ver com o post, mas para você se divertir um pouco:
http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/vista-foi-nosso-produto-menos-bom-diz-ms-17092009-34.shl
Salve-se quem puder…
Edgard, hehehe, “menos bom”
Edgard, estou espantado por não ver aqui (ou no teu blogue) uma opinião tua sobre o que está a passar nesta pobre política portuguesa…
Estou a observar… pasmo, estupefacto e… sem tempo. Mas um pouco e apareço. Me aguarde!
Mas com tempo para observar que esta será a primeira eleição portuguesa que vou votar. E faço questão de lá ir. No Brasil onde é obrigatório o voto, só fui uma vez em 32 anos de maioridade jurídica. Mas aqui vou com vontade. Não para ver se mudo alguma coisa, pois sei-me incapaz, mas para participar e dar minha opinião. Acho que todos lá deveriam ir. Talvez a participação mais significativa das pessoas na política melhorasse a qualidade geral do que se vê. Já não há mais paixão na política como ouve nos tempos de Mário Soares e Álvaro Cunhal (João Goulart e Luiz Carlos Prestes, para fazer uma correspondência com o Brasil, que poderiam ser o meu professor na USP, Fernando Henrique Cardoso e o Lula. Por lá há paixão até hoje).
Mas acredito que o que esvazia a política é a (pouca) participação das pessoas. É como o Portimonense x Gil Vicente que vejo agora na TV: lá não vai ninguém por que o jogo é uma porcaria. O jogo é uma porcaria porque nenhum dos times tem qualidade, pois não tem dinheiro pra comprar bons jogadores. E não tem dinheiro pra comprar bons jogadores porque não vai lá ninguém.
Não participando ativamente como interveniente direto seja como votante ou como votado, nós, os cidadãos, deixamos nas mãos de pessoas ridículas o destino de nossos países. E aqui são ridículas por que não há legitimidade. Mas isto ainda serve para podermos dizer depois que “a culpa é deles”, como se todos nós fossemos agentes alheios ao Estado, que deveria ser (e é) todos nós, os que votam, os que não votam e os votados.
Acho que a política deveria deixar de existir e passar a gestão técnica do Estado para mão de profissionais formados para este fim e que seriam cobrados pelo povo, através de seus representantes, por valores concretos relativos a resultados objetivos. Esta palhaçada de esquerda direita (já escrevi aqui sobre isto, do Portas ao Portas) deveria acabar. Mas para chegarmos a isto ainda há um longo caminho a percorrer.
Confesso-me absolutamente cansado de política e de políticos. Pinto da Costa para primeiro ministro!
(Agradeço o convite)
Sempre ouvi dizer que existe sempre espaço para mais um hehe