
A 22 de Julho, a Lua passou diante do Sol. Quase metade do planeta escureceu – da Índia à China – e milhões de pessoas juntaram-se para observar o mais longo eclipse solar deste século. Um dos melhores sítios de fotojornalismo do mundo – The Big Picture – faz todos os dias uma selecção das melhores fotos que chegam das agências noticiosas (Reuters, sobretudo) e reúne as imagens em temas específicos da actualidade. As fotos tiradas a propósito do eclipse solar são imperdíveis. Link































8 comentários
O The Big Picture costuma ter fotos muito boas, mas as deste set são fantásticas.
Marco, já tens conhecimento desta bronca da SIC?
Ouvir o som do lado esquerdo das colunas/headfones
Depois de um longo e tenebroso eclipse, nada melhor que um comentário:
como é bom poder falar!
Já em liberdade, depois de ficar preso do lado de fora sem aqui poder chegar, tudo que tenho a dizer é que já tinha saudades duns Bitaites.
Pelos vistos limpar os IPs da firewall do servidor resolveu o problema do teu (falso, no que a mim me diz respeito) bloqueio, mesmo que o teu IP não estivesse na lista… Lógica? Nenhuma, pelo menos para mim. Enfim, os milagres da tecnologia!
Andrade, não conhecia (FÉRIAS!) e fartei-me de rir com isso
Trabalhei durante anos numa “fábrica” de computadores portugueses, em Queluz de Baixo. A primeira, e que foi em seu tempo, uma das 10 maiores empresas de informática em Portugal, além de ser a maior portuguesa. A Topis.
Na área reservada aos serviços técnicos, montagem e assistência, havia uma papel colado na parede com uns dizeres interessantes que definiam bem este e outros acontecimentos da era cibernética. Dizia assim:
A teoria é quando todos sabem tudo, mas nada funciona
A pratica é quando as tudo funcionam, mas ninguém sabe porque
Aqui a teoria e a pratica de fundem: Nada funciona e ninguém sabe porque.
Marco Santos,
usei o formulário deste blogue para enviar uma mensagem, mas fiquei sem perceber se ela seguiu ou não. Se possível, dá-me depois feedback sobre o estado da mesma.
Eu era mais desmontar computadores e depois montá-los. Claro que por vezes ficava com peças na mão sem saber onde as tinha retirado.
Outra era telefonar de graça devido a um som emitido pelo gravador a pilhas.
Mas o que eu mais gostei de fazer foi instalar um primórdio linux que se instalava por linhas de comandos. Foram 12 horas de muito suor mas no final estava a funcionar