Já todos recebemos emails de um prÃncipe da Nigéria.
O prÃncipe possui uma enorme fortuna que deseja transferir para o estrangeiro. Em situação desesperada, por razões que variam consoante a mensagem, vê-se obrigado a pedir a nossa assistência para evacuar o dinheiro. (Tem umas gastroenterites financeiras).
Pela nossa ajuda promete uma generosa recompensa – uma percentagem da fortuna, entre 10 e 50 por cento. Só temos de disponibilizar o número da nossa conta bancária e pagar uma pequena taxa para que a transferência possa ser feita. Depois, surpresa: a fortuna nunca existiu.
Existem muitas variações desta aldrabice, conhecida pela palavra inglesa scam. Se não formos anjinhos a ponto de cair na esparrela, marcamos estas mensagens como spam.
Há quem responda a estes emails pelo desejo de virar o feitiço contra o feiticeiro.
Então e se tentarmos enganar o vigarista?
Transformar a vÃtima em scammer e o scammer em vÃtima? E se esta interacção destinada a dar-lhe uma lição – jogando com a sua ganância e tentando forçá-lo a gastar dinheiro – for documentada e apresentada numa página Web para que o mundo saiba onde vivem e quem são estas pessoas que nos tomam por parvos?
Estão a ver onde todas estas perguntas nos conduzem? Adivinharam, a muitas horas de leitura. E de gozo. Link































Um comentário
Vi a primeira, tem algumas partes interessantes. É incrÃvel que o gajo se tenha prestado a isto, e que o outro do lado de lá tenha engolido…
Mas, não vou ter pachorra para ver outra… é uma boa história para contar quando o elevador encravar.