
O jornal The Globe and Mail afirma que finalmente descobrimos um planeta fora do nosso Sistema Solar onde podemos meter o pé. O autor do artigo refere-se ao facto de astrónomos do Observatório Thuringer, na Alemanha, terem provado a existência de um planeta rochoso a orbitar uma estrela a 500 anos-luz de distância do nosso Sol.
Infelizmente para futuros astrónomos e aventureiros, vai ser difÃcil pormos lá o pé – e não é só por causa da distância, corriqueira para o Universo, impossÃvel de percorrer para formiguinhas inteligentes como nós. O planeta é de facto rochoso, não é um gigante de gás como a maioria que temos detectado, mas encontra-se tão perto do seu Sol que a temperatura à superfÃcie deve atingir quase os 2,000 graus. O planeta dá uma volta completa à estrela em apenas 20 horas. Mercúrio, o planeta mais próximo do nosso Sol, precisa de 88 dias. Os cientistas já chamam a este novo corpo celeste planeta Lava, embora a designação oficial seja Corot-7b.
A descoberta de planetas rochosos é importante por um principal motivo: a possibilidade de descobrirmos outras Terras que se situem à distância ideal do Sol de forma a permitir o aparecimento de vida extraterrestre – seria a descoberta do século. Link






























13 comentários
Marcos, se não me engano, a unidade correta é ano-luz e não ano/luz.
Marco
Sempre erro seu nome, tenho que parar com isso… hehehe
Murilo, penso que em Portugal anos/luz também está bem, mas realmente a maioria usa anos-luz por isso mudei também. Obrigado
Para mim, descobrirem vida terrestre não seria só o descobrimento do século, seria o de muitos… Ao menos quando houver uma catástrofe mundial já sabemos para onde todos devemos ir: queimar no inferno (afinal de contas somos seres humanos…)!
Marco, o Murilo tem razão, ano/luz ia implicar que dizias ano por luz o que não faz sentido .)
Já agora:
A gente não sabe nada sobre vida extraterrestre, e por isso supor que eles precisam de condições iguais ou semelhantes as nossas é ridÃculo. Selecção natural pode ter levado a criaturas totalmente diferentes. Além disso encontramos bactérias na Terra que sobrevivem em ambientes considerados impossÃveis, por isso não vejo razão nenhuma para que não exista por lá qualquer coisa.
Mesmo o resto do Sistema Solar e o fundo dos Oceanos merecem uma vista de olhos mais decente do que aquela que temos dado até agora, enquanto não tivermos a certeza do que habita ou não o nosso sistema planetário não acho que estejamos prontos para nos aventurarmos além dele. Até pode existir vida no Sol.
Amarino, descobrir vida “terrestre”? Bem, isso é um bocado… lame…
Miguel, tem razão sim senhor, já tinha corrigido.
Quanto ao hot spot da Terra, como é óbvio só podemos ter como referência as únicas condições em que a vida se deu, as nossas – é um bom ponto de partida para procurar, não me parece assim tão ridÃculo.
Marco,
As únicas condições em que sabemos que a vida se deu, não é para ser chato, mas é verdade, não fazemos a menor ideia, e eu sou daqueles maluquinhos que acredita que o Universo fervilha de vida, por isso não sou a favor de delimitar a procura a zonas do tipo Terra.
Mesmo assim acho interessante algumas possÃveis formas de vida do Sistema Solar, tipo bactérias aéreas em Vénus ou Colónias de bactérias semelhantes a balões cheios de hidrogénio em Júpiter, tudo hipotético claro. Com um bocado de sorte nem há nada, ou então é totalmente diferente das nossas concepções.
Miguel, a partir das tuas observações, do que bem entenderes e deste artigo, eras gajo pra escrever (mais um) guest-post aqui no Bitaites?
Sim, até sou, infelizmente amanhã vou ter de ir fazer uma viagemzita, e por isso só posso escrever isso lá para Domingo ou para a semana
Quando puderes e tiveres tempo, claro! Boa viagem
Miguel – Não devia estar a pensar com os neurónios todos, ou então o meu teclado comeu letras (Ah ah ah). É extraterrestre, não terrestre. Que estupidez…
Marco, está feito muda o tÃtulo e mete-lhe umas imagens a condizer (que tens mais jeito para estas coisas que eu)
Amarinho, calma estava a brincar, talvez devas dar tamiflu ao teclado, nunca se sabe…