O meu orgulhómetro subiu em flecha: a minha filha, 12 anos, deixou temporariamente de ouvir Queen de manhã à noite e começa agora a descobrir a discografia dos Pink Floyd, que eu ouvia (de manhã à noite) quando tinha uns 16 anos. Canção preferida: Comfortably Numb. Ela também já ouve Radiohead, em pequenas doses.
Hoje Pink Floyd e Radiohead, amanhã Frank Zappa, um dia chegará o jazz. Tudo é possÃvel quando se começa tão bem!































16 comentários
Só coisa boa.
Sobre The Wall, considero o álbum inteiro uma música só, uma epopéia do individuo tentando se libertar dos traumas.
Há cerca de um ano, achei na internet o album chamado Rebuild the Wall, do Luther Wright & the Wrongs. É uma regravação do The Wall em country, simplesmente fantástica. Gosto mais da versão deles de Mother deles do que a original.
A mãe jogando sobre ele todos seus medos e traumas, ajudando a construir o muro que, em vez de proteger, aprisiona. A pergunta final: Precisava ser tão alto? É algo universal.
Tarilonte, tenho de encontrar essa regravação do The Wall!
Já agora, se não conheces, vê este post.
E não é que o meu filho(de 9), fica embeiçado pela Sandy Deny? Ai este trabalho, de inducar pela inducação.
Cada vez gosto mais deste blog. Pena é seres benfiquista, mas para isso já não há remédio
))
Radiohead – OK Computer é dos poucos álbuns que consigo ouvir do inicio ao fim
Abraço e continua com estes posts.
e não vá ela assistir o Mágico de Oz e se espantar com a sincronia no album The Wall…
http://www.youtube.com/watch?v=5rnMLOzzGlM
Não lhe dês já Frank Zappa. Ou pelo menos, não lhe dês a ouvir o “torture never stops”
Ok. Tudo bem. Convencional. Os meus nesta idade também andavam por aÃ. Eu não os dava muita opção. A introdução foi feita com Camel.
Mas se a menina começar a ouvir Careful with that Axe Eugene, é bom prestar atenção para o que ela anda a fazer.
Caro Marco,
Parabéns, isto é mérito do pai sabia?
Aprendi que, na educação, mais que uma boa escola o mais importante é aquela palavrinha de 6 letras: “modelo”!!
Aqui em casa o Orgulhometro vai ao espaço pois, meu filho Pedro de 06 anos recentemente disparou esta: “Pai, podemos ouvir aquele seu disco do Cannonball?” ( referindo-se aqui ao Adderley e não a um personagem qualquer do Mario Bros !! ).
Também vive cantarolando pela casa o Cape Verdean Blues do Horace Silver.
È felicidade demais não?
abs fraternos,
Marcos
Queen já não era mau, sempre era melhor do que os Tokio Hotel e companhias mas quando se passa para Pink Floyd é logo outro nivel completamente distinto, tiro-te o chapéu que isso só demonstra que estás a educar muito bem a rapariga
Na verdade nem é uma questão de educação, ela simplesmente anda a explorar os meus CDs
Faz ela muito bem!
Ui se ela anda a explorar os teus cds qualquer dia vai dar com a tua vasta colecção de Frank Zappa e depois… depois meu amigo vai ser o caos em tua casa. Tu queres ouvir Zappa e a tua filha vai fazer birra porque quer ouvir primeiro
PS: Costumo colocar os Pink Floyd quando vou dormir. Música boa!
Curioso que ontem encontrei por aqui um CD que ouvia vezes sem conta quando era mais novo
Quer dizer com 16 anos ainda sou novo, mas neste caso um Greatest Hits dos Queen que ouvia vezes sem conta deitado no tapete da sala a olhar para as colunas que subiam e desciam na aparelhagem. Bicycle Race achava-lhe um piadão.
Não acho que seja nada de mais, se bem me lembro desde o meu 7º ano (12 anos) que a minha dieta diária de música se resume a Led Zeppelin, Pink Floyd, Radiohead, Sigur Rós e bandas da nova cena do Brit-Rock
Pink floyd não me diz nada , já radiohead gosto de algumas , zappa ouvi pouco não tenho opinião , Queen é muito bom , mas 15 minutos para mim chega.
Nunca tive um grupo de eleição . Sempre gostei de uma ou outra de vários grupos ou artistas a solo , acho que, só um cd ou vários trabalhos de um só grupo não reúne as condições para que possa dizer que este ou aquele é o meu preferido.
Comfortably Numb ?
Ei pá…com essa música nem preciso de Redbull…simplesmente “the best”
Ainda hoje os ouço com regularidade e o álbum The Wall,para mim é o melhor…
e hoje em dia já não “fazem” bandas com a qualidade e talento do grupo de Roger Watters,é quase tudo demasiado comercial, e nem os U2 chegam lá perto apesar de serem razoavelmente bons.
Belos tempos…dos Pink Floyd,Joy Division,Led Zepplin,Queen,a “rockalhada” dos ACDC,Dire Straits,dos Simple Minds(+ recente),Jimmy Hendrix,e etc…etc…etc…[Memory failure]
Marco,quanto ao Zappa ouve-se e sente-se a qualidade, mas ainda não me “entrou”,falta talvez ouvir com calma e absorver melhor a essência das músicas….sei lá
No que respeita a música,sou transversal,tanto gosto de rock,pop,alternative como de house passando pela (boa) música clássica; só não gosto é de fado, e claro, de pimbalhadas.
Xii, com 12 anos onde já andava eu!
Graças a um primo mais velho, desde o 6 ou 7 que levo com Metallica, Nirvana, The Offspring Rage Against the Machine e Guano Apes. Colossos da altura. InÃcio de anos 90.
Nos meus 12, bem, veio a metalada bruta
SlipKnoT, System of a Down, SoulFly, Sepultura e afins… Algo que me permitiu fugir ao mainstream da pimbalhada na infância, e do pseudo hip-hop e pop da adolescência. Ainda hoje o metal é o meu estilo de eleição. Com Tool no topo dos topos! Mas tanto desfruto uma monstruosa guitarrada, como um interminável gemido de Thom Yorke.
Quanto ao teu rebento, vai, indubitavelmente pelo bom caminho!