And I am not frightened of dying. Any time will do; I don’t mind. Why should I be frightened of dying? There’s no reason for it – you’ve gotta go sometime.
in The Great Gig in the Sky
Hoje não tenho tempo para escrever tudo o que a música dos Pink Floyd significou e ainda significa para mim. Talvez um dia consiga uma noite inteira e mesmo assim não sei se será suficiente.
Grande parte do meu fascÃnio pela banda se deveu ao génio de Roger Waters, mas dificilmente esquecerei os grandes momentos musicais que fecham a primeira parte de The Dark Side of the Moon saÃdos da cabeça deste co-fundador e teclista dos Pink Floyd.
Richard Wright morreu hoje. Tinha 65 anos e um cancro. Não aguentou.
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Para a posteridade, deixo-vos dois momentos mágicos de Wright nos Pink Floyd: as faixas Time e The Great Gig in the Sky. Durante as gravações do álbum, este último tema teve dois tÃtulos provisórios: The Religion Song e The Mortality Sequence. Download































8 comentários
Venci hoje a inércia de me registar neste blog para poder comentar a morte de Richard Wright.
É um dia triste. Perguntei-me muitas vezes como seria quando algum deles morresse (algum deles, i.e., daqueles que me são mais familiares, descobri os PF já depois de Barret), e sempre tive secreto desejo de poder revê-los ao vivo, depois da experiência mágica que foi Alvalade em 1994.
Escrevo o mesmo que escrevi no meu blog: Há música, e depois há Pink Floyd. E o Richard Wright fez parte disso, deixou-nos muitas melodias que podemos reconhecer à distância. Não o fez sozinho, fez com a companhia da guitarra do Guilmour ou a percussão do Mason, mas não sei o que teremos agora. A inevitabilidade da perda dos Pink Floyd é agora algo muito presente. E eu que ainda queria – e quero – nem que seja só mais um, que a distância ao Division Bell já é grande.
É triste ler esta notÃcia. E lá vai mais um que ficará para sempre nos nossos corações…
Disseram-me por sms e, depois de confirmar nas notÃcias, sentei-me a ouvir a Echoes. AÃnda há uns dias comprei o Dark Side em vinil e maravilhei-me com o que nunca tinha ouvido nos malditos mp3 (experimentem a On The Run e a Any Colour You Like). Há algo que arrepia no álbum… como em quase todos os trabalhos de PF. Mesmo sendo a minha banda favorita de há muitos anos continuo a maravilhar-me com a atmosfera que cada um dos discos cria, com as teclas quase sempre como base. O Rick, nisso, foi mestre. Dois já lá estão, prontos para o Great Gig In The Sky.
Fiquei sabendo da notÃcia hoje,quase chorei ao saber de mais um grande musico que nos deixou,ainda mais se tratando de RICHARD WRIGHT,que construiu a sua história,nos dando classicos do THE DARK SIDE OF THE MOON.Esperava vê-los reunidos novamente,quem sabe um dia??????Continuarei ouvindo os cds do PINK FLOYD.A cada letra lembrarei de sua contribuição pela história da banda e a cada melodia vai estar uma lágrima nos meus olhos sentindo essa saudade…………..OBRIGADO PINK FLOYD,OBRIGADO RICHARD WRIGHT…..
«Há aqueles que estão entre nós e os que estão connosco.»
Gostava de ter sido eu a dizer/escrever isto… Não tive “Time“. Há sempre um iluminado a fazê-lo 1º do que eu.
BTW, a citação no inÃcio deste post vem de uma entrevista feita sobre a morte a membros do staff na gravação do Dark Side of the Moon e não são necessariamente palavras de Wright, apesar da música ser de sua autoria.
Sim, é verdade.
Ainda me lembro das vezes sem conta que eu ouvia no carro do meu pai estes SENHORES da musica em leitores de cartuchos com quadrifonia. Tinha os meus 13 anos mais ou menos e foi a partir daqui que tudo mudou na minha vida sobre musica.
Só é pena que morram os melhores.