→ 13/07/2012 @12:43

Entretanto, aqui ao lado

Série de pro­tes­tos e ma­ni­fes­ta­ções de mi­nei­ros em Espanha con­tra a drás­tica re­du­ção dos sub­sí­dios de 301 para 111 mi­lhões de eu­ros. Fotos: Cesar Manso

6 comentários

  1. Fotojornalismo do melhor!

  2. Cavalcanti — 13/07/2012 @16:13 (54 comentários)

    Política é um as­sunto que gosto bas­tante de dis­cu­tir, sau­da­vel­mente. Porém, por ve­zes, me dá ân­sia de vô­mito em ver cri­ses mun­di­ais quase nunca atin­gindo os mais pri­vi­le­gi­a­dos. As mas­sas, que man­têm as ri­que­zas das eli­tes numa es­cala glo­bal, de­vido à não va­lo­ri­za­ção cons­ci­ente do seu pró­prio tra­ba­lho e — muito mais im­por­tante — va­lo­ri­za­ção en­quanto se­res hu­ma­nos, são muito me­nos fa­vo­re­ci­das do que re­al­mente merecem.

    Políticos, al­tos es­ca­lões de go­ver­nos, jo­ga­do­res de fu­te­bol de ti­mes, em­pre­sá­rios, ban­quei­ros… es­tes, em sua mai­o­ria, nunca vi­ram, de fato, uma crise fi­nan­ceira — mesmo sendo em me­nor nú­mero que a po­pu­la­ção em geral.

    Imagens tris­tes, não vou ne­gar. Porém, um ótimo ar­tigo, Marco. ;)

    Abraços cor­di­ais.

  3. J — 14/07/2012 @12:48 (15 comentários)

    Mineiros?…

  4. AS — 14/07/2012 @23:10 (1 comentário)

    Boa noite Marco,

    Antes de mais peço imensa des­culpa por desviar-me do tema em ques­tão, mas só hoje tive opor­tu­ni­dade de ler o post so­bre o ar­tigo das miú­das ri­cas da Vice, e como os co­men­tá­rios es­tão aí de­sac­ti­va­dos (e com ra­zão) , ve­nho aqui intrometer-me. Gostaria tam­bém de o fe­li­ci­tar pela qua­li­dade deste blog, que vou se­guindo in­ter­rup­ta­mente com maior ou me­nor frequência.

    Bem, va­mos ao que in­te­ressa: eu sou desde há al­gum tempo co­la­bo­ra­dor da Vice Portugal (mas aten­ção que a opi­nião aqui apre­sen­tada apresenta-se ape­nas como a mi­nha, nem per­tenço a qual­quer lu­gar de “che­fia”), e con­cordo com vá­rios pon­tos re­fe­ri­dos no seu ar­tigo, mas o que é ver­dade é que existe em Portugal uma enorme la­cuna no que toca a con­teúdo “des­pre­o­cu­pado” es­crito em por­tu­guês por, e para, pú­blico dos de­zoito aos vinte e tais anos. A Vice vende um es­tilo de vida bem vin­cado, e o que acon­tece é que a mesma “co­lo­ni­za­ção cul­tu­ral” a que se re­fere não é su­fi­ci­en­te­mente pro­funda para que al­guém te­nha os to­ma­tes para es­cre­ver um ar­tigo do gé­nero, de raiz, em por­tu­guês, so­bre por­tu­gue­ses e para por­tu­gue­ses. Como acon­tece vá­rias ve­zes cá no burgo, o mais pro­vá­vel era o au­tor ser in­sul­tado, e o buzz po­si­tivo que ge­rou se­ria subs­ti­tuído por co­men­tá­rios como “esta(e) acha-se o maior” e afins: um pouco o mesmo mo­tivo pelo qual a Playboy Portugal tem tanta di­fi­cul­dade em ar­ran­jar modelos.

    Além do mais, lan­çar di­a­ri­a­mente qua­tro ou cinco ar­ti­gos com al­guma qua­li­dade (sub­jec­tiva, ob­vi­a­mente) es­cri­tos pe­los nos­sos na nossa lín­gua é bem mais com­pli­cado do que o que pa­rece, até por­que se tra­tam, tanto quanto o pos­sí­vel, de te­mas ori­gi­nais. A brin­car a brin­car, a nossa Vice ainda está no co­meço e tenta (tanto quanto sei) apren­der com os seus er­ros e agra­dar ao seu pú­blico alvo. A ver­dade é que há cada vez mais gente a gos­tar do nosso tra­ba­lho, e não du­vido que den­tro em breve con­se­gui­re­mos atin­gir o ob­jec­tivo de lan­çar quase a to­ta­li­dade dos nos­sos ar­ti­gos como “made in Portugal”.

    Dito isto não con­se­gui dei­xar de es­bo­çar um sor­riso ao ler a sua cró­nica, que além de ter mé­rito em al­guns pon­tos, ajuda a es­pa­lhar a men­sa­gem de ir­re­ve­rên­cia, e por isso lhe agra­deço sem ponta de ironia.

    Cumprimentos cor­di­ais.

    • Olá. Os co­men­tá­rios são au­to­ma­ti­ca­mente de­sac­ti­va­dos sete dias de­pois da pu­bli­ca­ção de cada post.
      Não tem nada a ver com o teor do post ou os co­men­tá­rios — já acon­te­ce­ram po­lé­mi­cas pi­o­res por aqui — é sim­ples­mente mais uma me­dida para per­der me­nos tempo com spammers.

      Quanto ao teu co­men­tá­rio, li-o com muito in­te­resse e aten­ção, mas como es­tou neste mo­mento de volta do meu PC a re­sol­ver tra­pa­lha­das do Windows só po­de­ria res­pon­der de forma apressada.

      Até breve, en­tão :)