Quando decidi que havia condições para «ressuscitar» estas rádios, achei que seria uma estupidez deixar cair alinhamentos anteriores; se tivesse tempo tentaria recriar alguns deles – os que me ficaram na cabeça, pelo menos.
Os visitantes mais antigos que reconhecem algumas dessas músicas ou alinhamentos têm a vantagem de os poder descarregar com a qualidade de som que não existia anteriormente.
Nesta abusei: quase hora e meia de música de todos os géneros – do pop mais apetitoso (mas nunca demasiado enjoativo) ao jazz, claro, sempre o jazz; passando por música clássica, folk, folk/rock, rock, rock progressivo. Uma viagem musical de múltiplas paisagens mas sempre com a preocupação de agradar ao maior número possÃvel de pessoas: embarquem!
[foi-se] E agora repito a regra habitual: o ficheiro mantém-se online enquanto não entrar a próxima «emissão» com o seu próprio ficheiro substituto. Os que se interessam realmente por estes posts nunca vão perder a oportunidade de sacar o flac. Bom fim de semana e boa música!
































4 comentários
Não deixes de partilhar connosco as tuas excelentes escolhas musicais.
É uma grande mais valia para o blog.
Abraço!
@Marco.
Nem sei que diga, mas como leitor, assim dos antigos, mesmo antigos: Obrigado por mais esta preciosidade.
Olá Marco,
Sabes o quanto aprecio as tuas selecções radiofónicas, portanto, nesse aspecto acho que nem preciso de acrescentar mais nada sobre a minha satisfação ao ouvi-las.
Agora permite-me um reparo, que me parece ser bastante comum entre quem se sobressai dos “opinion makers” culturais respeitados da praça blogosferica:
É pena o esquecimento em que caem as obras em português. E até tens algumas mas talvez parcas referências em PT. Sendo para mim lógico que tenho de respeitar os gostos e meio cultural que cada um gosta de desbravar.
Com os Bitateiros de cinema, por ex. , acho que sucede o mesmo, como em outros vários campos e aspectos, certamente.
Agora, é uma pena para a lusofonia tão rica e diversa no mundo, se nós próprios, os pais da mesma, a tratamos muitas vezes como filha de mãe solteira.
Não damos o devido valor a nós mesmos, ao que é nosso, e que tenham de ser os estrangeiros, recorrentemente, a salientarem-nos as mais valias e riqueza que possuÃmos… CaÃmos numa “fossa” enquanto povo, que já nem isso nos levanta minimamente a moral.
Não haverá um complexo “Pimba” exagerado e disfarçado ou mesmo ainda mal percebido, por aquilo que é nosso?
Todos temos responsabilidade em combater isto.
Um grande abraço e boa continuação!
Mr. Cosmos, aceito a tua crÃtica em relação aos meus posts.
Mas graças aos posts do Rui Eduardo Paes, nunca se escreveu aqui tanto sobre música feita por portugueses… São muitos e muitos posts. Simplesmente são músicos de jazz, passam despercebidos em Portugal e também no Bitaites.